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segunda-feira, 14 de março de 2011

Cuidado e Segurança com Lixo Hospitalar:

Dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico mostram que o Brasil gera cerca de 149 mil toneladas de resíduos urbanos por dia. De 1% a 3% deste volume (entre 1,49t e 4,47t) é composto por Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), o chamado lixo hospitalar. Ao fim de um mês, este montante pode chegar a 134,1 toneladas que se não forem descartadas de forma correta podem trazer sérios prejuízos a população e ao meio ambiente.

A pesquisa também mostra que 63% dos municípios brasileiros possuem coleta destes resíduos. Entre eles está Uberlândia, no Triângulo Mineiro, onde as empresas responsáveis realizam a coleta diária deste material em clínicas e hospitais da cidade. Assim como acontece no Santa Genoveva Complexo Hospitalar, onde o controle do lixo hospitalar é feito seguindo as normas e orientações de segurança da Vigilância Sanitária.

Segundo a coordenadora da hotelaria do complexo, Nádia Furlani, o descarte deste material passa por várias etapas até o envio para os órgãos da vigilância. "O início do processo é realizado nas centrais de enfermagem espalhadas pelas unidades de internação. Cada material utilizado é depositado em recipientes específicos – descartex ou sacos brancos. Após estes recipientes serem lacrados pela enfermagem, os funcionários da higienização os recolhem", conta a coordenadora.

Em seguida, estes materiais, separados por grupos (agulhas, seringas, gases, luvas, frascos de medicamentos, etc) são acondicionados no depósito específico, onde permanecem até o recolhimento realizado diariamente pela empresa credenciada à Vigilância Sanitária.

A coordenadora explica também que para evitar problemas ou erros durante o manuseio e descarte dos materiais, no Santa Genoveva cada funcionário envolvido no processo recebe treinamento constante. "Além disso, existem depósitos separados para armazenamento de lixo comum e hospitalar até as suas coletas externas, e também o uso obrigatório dos sacos plásticos brancos para identificação de resíduo hospitalar", reforça.

Descarte

Mesmo com todas as orientações, algumas unidades de saúde do País ainda fazem o descarte inadequado. Chegam a depositar parte, ou todo o material, junto com o lixo comum recolhido pelas prefeituras. Uma prática que pode trazer vários problemas de contaminação, principalmente para os funcionários que trabalham na coleta pública.

Além da contaminação das pessoas que venham a ter contato com estes materiais sem o uso de equipamentos de segurança, o lixo hospitalar também pode representar problemas para o meio ambiente com contaminação do solo, de águas superficiais e profundas. Por isso, somente os órgãos da Vigilância Sanitária podem realizar esse descarte, pois possuem projetos para este trabalho com aprovação do Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama. Assim, se os resíduos são depositados de acordo com as normas, não há riscos para o meio ambiente ou para a população.

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